OURO FINO A CASA DO MMA
É inegável que as Artes Marciais Mistas, o famoso MMA caíram no gosto do povo. Acostumados a ver as lutas sempre pela televisão e em locais distantes, principalmente nos Estados Unidos, os amantes desse esporte que muitas vezes é condenado pela violência, conseguem aos poucos se aproximarem dele. Se acompanhar, assistir de perto era um desafio, praticar o MMA então era um sonho que hoje está mais perto. Muitas academias se aperfeiçoaram, se atualizaram e trouxeram o MMA, que é a mistura de algumas artes marciais, para mais perto da população.
O resultado dessa proximidade foi comprovado no último dia 18 de maio, quando o ginásio poliesportivo abrigou uma etapa do Dominium Fighter, uma organização de Campinas, no interior de São Paulo que tem o seu cartel de lutas e que gera pontos para um ranking nacional dando a chance do atleta chegar a elite do MMA que é o UFC.
A etapa de Ouro Fino contou com lutadores de 31 cidades, inclusive com a presença de um atleta da Itália. O card principal, é assim que chamam as melhores lutas com os lutadores de ponta, reuniu ourofinenses que disputavam o cinturão em diversas categorias. O duelo mais aguardado foi entre Anna Hyller do Rio de Janeiro e Clarinha Pereira de Ouro Fino. Numa decisão conturbada o cinturão foi para a lutadora carioca. O resultado foi muito questionado pelo staff da atleta local que inclusive, pediu a revisão da luta, o veredito final ainda não saiu, vamos aguardar.

Mas entre uma polêmica e outra, entre socos e chutes quem ganhou foi o público que pôde aproveitar o sábado de maneira diferente. Das arquibancadas do ginásio partiam os gritos de incentivo e ao mesmo tempo os sustos com a força e eficiência dos golpes aplicados. No final das 31 lutas a satisfação de conseguir ver de perto o que antes só era possível acompanhar pela TV.
